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Celso Chambisso
November 23, 2018

País busca alternativas para evitar ataques cibernéticos

INCM aconselha cidadãos e instituições a desenvolverem planos de contingência

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Celso Chambisso
Jornalista
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Trata-se de uma medida que pretende minimizar ataquescibernéticos que aumentaram nos últimos tempos, desde que o país aderiu àligação da fibra óptica internacional, instrumento que confere maior velocidadede acesso a dados de banda larga.

De acordo com oDirector-geral do INCM, Américo Muchanga, ao longo da última década, o país temvindo a sofrer com ataques cibernéticos de vária ordem, causando prejuízosincalculáveis à economia. “Os hackers (piratas informáticos) não têm limite deaccão”, afirmou.

“Actualmente os instrumentos de defesa de dados sãofracos”, reconhece o INCM, que avança o exemplo da recente interrupção dastransacções em caixas electrónicas de bancos. "O apagão verificado nastransacções electrónicas dos bancos comerciais moçambicanos não passou de maisum ataque. Mas os bancos conseguiram dar a volta ao problema, essa deve ser apostura de todos perante o perigo iminente", apontou Américo Muchanga, durantea primeira conferência nacional sobre segurança cibernética, que teve lugar estaquinta-feira em Maputo.

Na ocasião, oministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, defendeu afortificação dos instrumentos de segurança cibernética no país.

Em Moçambique, a ligação da rede de dados é feitaatravés do cabo submarino de fibra óptica do grupo Seacom, uma empresa decapitais africanos e norte-americanos, e liga a África à Europa e Índia. O cabotem uma velocidade de 1,28 Terabytes por segundo e com uma extensão de 17 milquilómetros, que parte da África do Sul, ligando Suazilândia, Moçambique,Madagáscar, Tanzânia, Quénia, Uganda, Índia e Europa.

 

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