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Hermenegildo Langa
November 5, 2019

Sector privado e governo debate a questão de branqueamento de capitais no país

A iniciativa visa construir um ambiente de negócios credível e apresentar soluções inovadoras para fazer face aos problemas que impactam de forma negativa no desenvolvimento social e económico do país

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Sob o tema “Soluções Inovadoras ao Combate à fraude, corrupção e branqueamento de Capitais”, a consultora Ernst & Young (EY), realizou na semana finda, um debate com enfoque na procura de soluções inovadoras para o combate à corrupção,branqueamento de capitais e prevenção de fraude.

Em parceria com o Instituto Moçambicano de Governação Corporativa (IGCmz), o evento juntou representantes do Sector Privado, Governo, Doadores, Organizações Não Governamentais, entre outras entidades especializadas na temática em debate.

Entretanto,Pedro Subtil, da consultora Ernst & Young em Portugal e Moçambique,defendeu que as empresas devem desenhar as suas próprias políticas de combate à corrupção e ao branqueamento de capitais, em linha com a legislação adoptada pelos estados.

Na visão Pedro Subtil, a adopção de uma matriz de riscos de corrupção, códigos de conduta, avaliação de riscos, e criação de canais de denúncias são algumas medidas que o sector privado pode implementar.

Por sua vez, Edson Cortez, do Centro de Integridade Pública (CIP), durante o seu discurso sobre os desafios que o sector privado enfrenta na luta pela promoção da transparência e integridade, destacou a importância e o contributo das auditorias privadas no combate à corrupção.

Para Cortez, “ninguém produz nada em termos de bens, ninguém cria interligações entre a economia e é um sector privado que cada vez mais vai a reboque de um sector público”.

AEY é líder global em auditoria, assessoria fiscal, assessoria de transacções e assessoria de gestão.

 

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