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Hermenegildo Langa
March 1, 2019

Sul-africanos querem reactivar a fábrica Textáfrica

A guerra terminada em 1992 provocou a escassez da matéria-prima e consequente enceramento da fábrica Textáfrica em 2000

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O grupo de representantes das empresas sul-africanas visitaram as instalações da têxtil no Chimoio, em tempos uma das maiores fábricas do sector no continente africano, tendo manifestado interesse em investir na sua recuperação.

Segundo o governador provincial de Manica, Manuel Rodrigues, que efectuou uma visita às instalações da fábrica que fechou as portas há mais de um quarto de século, o interesse de entidades estrangeiras tem aumentado ao longo dos últimos três anos, tendo sido já visitada por empresários da Índia, da China e do Japão.

Em Fevereiro de 2018, o primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, disse ter-se deslocado às instalações daquela empresa a fim de se reunir com o governo provincial, gestores e outros intervenientes no processo, “para compreendermos a situação e tomarmos as medidas que se afigurem pertinentes para reanimar o monstro adormecido, no sentido de que venha a laborar e criar emprego.”

Em Abril de 2016, o então governador provincial de Manica Alberto Mondlane anunciou que o governo central estava a efectuar estudos no sentido de repor em funcionamento a Textáfrica.

A paralisação de duas fábricas de tecidos, Textáfrica e a Empresa Moçambicana de Malhas (EMMA), ambas de um mesmo grupo português, fez com que a cultura do algodão se tenha reduzido, tendo a sua falência tido como consequência o despedimento de mais de três mil trabalhadores.

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